A caneta.

Uma caneta em punho, o sonhador sonha com a poesia,

que vem e sai do espaço escrito,

como o desejo do coração, esboçado na lágrima,

do sentimento... injusto na crueldade,

do sentimento, do sentidos,

é como a poesia sem escrita,

o mundo abandonando o poeta,

e a tinta evaporando... no ar.

uma vida em punho e o movimento traz

nas linhas escritas da poesia sem fim

é a vida e as emoções do coração

do poeta que escreve e sente...

as lágrimas do triste fim da poesia que acaba....

é como se a caneta não existisse,

e o poeta não sentisse...... o coração evaporou.

no fim que chegou, das linhas escritas...

do poeta imaginário. Fim da poesia, do punho e da caneta,

que naquele momento acabava a tinta...

evaporava os sentimentos e os restavam eram lágrimas,

da caneta que não entia, não escrevia...

e a tinta acabou.!